#02.022 – 26 de Fev

Uma. Duas. Tres voltas. Era o que bastava. Colocou o relógio ao lado da cama, apagou as luzes e se deitou com um bocejo. Foi carregado pelo sono quase que de imediato. O cadáver do demônio ainda jazia aos pés da cama.

O mesmo cadáver que seria obrigado a enfrentar no dia seguinte. Como todos os outros dias.

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